Ah, o amor, já dizia Camões, “é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente”, mas é também decisão, decidir amar ou decidir não amar.

A vida é cheia de graça, prega peças, faz-nos bobos, faz-nos crianças inocentes. Um dia, tão belo dia acabamos por acordar e desse contentamento descontente criar asas e decolar.

O amor, o amor é confiável? Sim, talvez.

Vivermos com o Eros é difícil, cuidar do Filia também, esperar o Ágape e acreditar Nele é difícil, mas se torna mais fácil se acreditarmos nisso.

Várias facetas de demonstração de carinho, variadas faces para demonstrar o amor.

Cuidar de quem gostamos de verdade e quem corresponde esse amor torna-se mais fácil quando aprendemos qual demonstração é mais aconselhável: dar um presente, ficar um tempo agradável, fazer algo para a pessoa, motivar com palavras ou um simples toque. Aprender que cada ser é singular e cada demonstração é única. Aprender que o amor é decisão, vai além do emoção. Aprender que há pessoas que desaprendem a nos amar e esses deixar de lado. Aprender que eu e que você somos seres que antes de tudo precisamos nos amar.

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