É, estar na pele de quem sofre alguma “chacota” ou o popular bullyng é de fato extremamente horrível e desgastante.

Ao estudar um pouco sobre o contexto escolar deparo-me com um vídeo (https://www.youtube.com/watch?time_continue=732&v=ob-tiAWh2NM&feature=emb_logo ) interessantíssimo de um jovem garoto que sofre desde a infância até seus quinze anos. O jovem adolescente não consegue se aguentar, chega um momento que explode, o que é muito comum, no entanto a explosão dele foi o revidar de atos bárbaros contra ele. O BASTA foi dado, o ponto final foi escrito naquela história de abusos.
Infelizmente em nossas escolas (principal meio de convívio de jovens e adolescentes) acontecem demais por motivos banais: se você é alto ou baixo, magro ou gordo, afeminado demais ou masculina demais, usa óculos, é nerd, deficiente, surdo, cego, raça diferente e demais condições que fogem do “normal” você pode ser vítima dos “valentões”, triste realidade juvenil.
De quem é a culpa? Do contexto social do indivíduo? Da família da criança ou adolescente? Ou a cukpa é dele ou dela que são valentões? Da escola que não fiscaliza isso? Ou do agredido que não sabe se impor?
Estar na pele daquele que sofre é horrível, infelizmente vários não conseguem aguentar essa situação e entram em depressão por não se encontrarem nos padrões impostos pelo meio em que vivem. Não se abrem com seus pais ou referenciais. Não conseguem expor o que passam. Infelizmente alguns se matam por não suportarem tamanha negligência e sofrimento.
Ah, sabe, a vida de quem passa por isso nunca é a mesma, a baixo autoestima reina, reina no ser, na alma, no corpo, no psicológico de quem sofre.
O agressor sente-se o maioral por fazer aquilo que se sente “bem”. O agressor na maioria das vezes é ovacionado por realizar tamanha brutalidade.
Escolas que observem e saibam agir dialogando, criando projetos no combate, evolvendo pais e responsáveis. Pais e responsáveis que notem, que aprendam perceber que seus filhos sofrem. De fato, não é fácil isso, mas é necessário aprendermos a dialogar, conversar e zelar por aqueles que amamos, darmos a visibilidade e confiança aos que sofrem, dessa e de outras tantas maneiras. O mundo só será melhor se as pessoas forem mehores.





Deixe um comentário