
Há tempos não consigo entender
Como alguém pode ser
Aquilo que mais desejava
E em um momento estranho
Simplesmente esquecer
O esquecimento sombrio
Da maneira mais triste
Da melancolia da alma
Em uma tarde sombria
E tristonha estava
De repente brota
Novamente renasce
E aquele esquecer
Retorna a viver
Da maneira mais quente
Em um dia nublado
A escrita perpassa
O sentimento aflora
O calor, o alegre, o risonho
O frio, o triste, o medonho
Momentos como aqueles
Que só quem vive entende
Um completo movimento
De idas e vindas
De gelos e fogos
De remorsos e construções
Por que não dizer até re-construções?
Em uma tarde que fica
E fica na singeleza
E fica na nobreza
E fica na alma
E fica na vida
E fica na essência
E fica, fica, fica…
Jeferson Souza





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